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Notícias na Florêncio de Abreu

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Futuro sem dinheiro: estamos virando uma cashless society

Pix, QR-Code, cartões por aproximação: já estamos nos transformando em uma sociedade que não usará mais o dinheiro físico.

No mundo atual de rápidas mudanças tecnológicas, a redução progressiva de papel, aliada a evolução financeira das instituições e a importância da experiência do cliente, os métodos de pagamento para alternativas em dinheiro estão se tornando uma realidade sem volta. Acelerar a transição para sistemas socioeconômicos não mais baseados no uso de papel-moeda - a "sociedade sem dinheiro" - é essencial.

Alguns países já estão avançados nesse mercado e não demorará muito para países emergentes acompanharem a nova demanda cashless, aproveitando oportunidades e explorando benefícios sistêmicos, como maior segurança nas transações, maior transparência e surgimento de novos serviços.

Não é um inconveniente quando você quer comprar bebida em algum evento, mas a fila está enorme? Ou quando o atendente do caixa não tem troco para a nota que você deu? Para solucionar esses e outros problemas, o cashless vem para trazer experiências melhores de pagamento/consumo para os clientes.

Como o próprio nome sugere, o cashless é um sistema de pagamento 100% sem dinheiro, que agiliza e traz mais segurança nas transações financeiras, sem fricção. Afinal, penso que o objetivo é cada vez mais aproveitar os momentos de lazer sem se preocupar com o como e quando vai pagar pelos serviços que consome.

E quando falamos de cashless society, pensamos exatamente nisso. Afinal, dinheiro é uma fricção, pois é necessário ter troco, carregar cédulas, trocar moedas. Nesse sentido, o cashless torna a vida mais fluída.

Os pagamentos via cashless são extremamente flexíveis, permitindo que o cliente possa consumir sem se preocupar, trazendo muitas vantagens. A primeira é o controle já que pode acompanhar suas transações por meio das ferramentas de pagamentos digitais. Dessa forma, você sabe como e onde está gastando o seu dinheiro. A segunda é que consegue ter experiências melhores de pagamento/consumo.

Pensando como sociedade, o cashless reduz o custo transacional da moeda e, quando esse custo é reduzido, tirando a fricção, a moeda circula mais, criando mais dinheiro, incentivando o consumo e, consequentemente, movimentando mais a economia.

Nos últimos tempos, tivemos um grande avanço na construção dessa sociedade sem dinheiro, seja com o cartão de débito/crédito, QR Code ou com o Pix, mas acredito que ainda temos um longo caminho pela frente, principalmente no Brasil, e um dos fatores que contribuem com essa limitação de progresso rápido, além da questão cultural é à conectividade, fator primordial para facilitar este tipo de transação financeira sem dinheiro.

Mas esse caminho já vem sendo trilhado. Um exemplo disso é a inserção de bancos digitais com cartão de crédito e débito. Eles trouxeram uma revolução na forma como realizamos transações bancárias estimulando digitalização e inclusão financeira para todas as camadas da sociedade, mesmo o Brasil sendo um país com muita desigualdade, não só financeira, mas também geopolítica.

Essa desigualdade pode ser percebida na disparidade entre grandes cidades, que de uma certa forma já usam e possuem uma boa aceitação em relação ao cashless, comparado a municípios pequenos, especialmente no interior, que ainda não aderiram ou não possuem tanta confiança nas transações digitais.

Mas, por pior que tenha sido o cenário de pandemia, com o pagamento do auxílio emergencial, muitas pessoas que ainda não tinham acesso a bancos ou digitalização financeira, se viram obrigadas a se adaptar para que pudessem receber o auxílio.

Com isso, muita gente se "bancarizou", fazendo com que a digitalização e o uso dos pagamentos digitais crescessem, se tornando um hábito. Assim, essa nova realidade, junto ao Pix e bancos digitais, vem mudando e essa facilitação vai ajudar muito a melhorar a experiência e facilitar o acesso que já é uma realidade. As pessoas só precisam continuar se adaptando a esse cenário.

Já no universo do entretenimento com os eventos, bares e baladas, o pagamento via cashless já está um passo adiante. Apoiados na tecnologia, oferece-se essa forma de pagamento sem fricção, tendo uma relação muito mais tranquila com a questão do pós-pago e paper use, onde, de fato, o consumidor não precisa pagar toda vez que vai consumir algo, como é o caso dos Estados Unidos, por exemplo.

Esse público geralmente é mais jovem e essa é uma grande vantagem, pois esse jovem é educado, desde cedo, a essa digitalização financeira e do consumo, onde você tira o dinheiro, tira o cartão das transações e gera mais informação e controle.

E acredito que essa geração vai ser a grande responsável pela implantação de fato da cashless society, pois, ao ter uma boa experiência com o cashless nos lugares em que costuma frequentar, começa a se questionar o porquê dessa forma de pagamento não ser difundida em todo comércio e setor de serviços.

Resumindo, a cashless society é uma sociedade sem fricção no pagamento, sem fila, sem perda de tempo, fazendo com que você realmente aproveite a vida, os momentos para se divertir e tenha escolhas. No setor de eventos e entretenimento estamos fazendo a nossa parte, com a oferta de tecnologia e gestão de consumo.

Afinal, todo mundo tem uma rotina estressante e a última coisa que uma pessoa quer, quando sai para se divertir, é se estressar com filas e pagamentos, ainda mais pós-pandemia, período em que fomos privados por questões de força maior de sermos os seres sociáveis que somos.

(*) Nérope Bulgareli é CEO da ZigPay.

(Fonte: Nérope Bulgareli * Homework) - 17/10/2021
Banco Pan compra dona de sites de comparação de preços Mosaico

SÃO PAULO (Reuters) -O Banco Pan anunciou neste domingo que assinou acordo para a incorporação da Mosaico, dona de sites de comparação de preços, que será toda paga com troca de ações.

A Mosaico, dona dos sites Zoom, Buscapé e Bondfaro, estreou na B3 em fevereiro com uma oferta inicial de ações (IPO) de 1,2 bilhão de reais. Na época, a Mosaico afirmou que usaria parte dos recursos da oferta pagar uma dívida com o BTG Pactual, principal acionista do Banco Pan.

Os acionistas da Mosaico receberão 0,8 ação do Banco Pan mais direitos para comprar a ação do credor se ela atingir 24 reais por três dias consecutivos nos próximos 30 meses. Sem a emissão de direitos, o negócio oferece um prêmio de quase 10% aos acionistas da Mosaico.

Após a conclusão do negócio, a participação da Mosaico no Banco Pan ficaria entre 7,8% e 9,2%.

O negócio mostra a estratégia recente entre bancos de ter seu próprio marketplace, ao mesmo tempo, oferecer serviços financeiros para envolver os clientes. O Banco Inter já lançou um marketplace e o Bradesco revelou planos de criar o seu.

Carlos Eduardo Guimarães, presidente-executivo do Banco Pan, disse em entrevista que o negócio acelera os planos do banco de ter um marketplace para seus 12,5 milhões de clientes, enquanto a Mosaico também planeja agregar serviços financeiros à sua plataforma, que tem 22 milhões de usuários.

O BTG Pactual já é acionista da Mosaico, com 13,3% de participação. A empresa de tecnologia também firmou uma parceria de cinco anos com o BTG em janeiro para oferecer cashback aos clientes do banco.

A ação PN do Pan fechou sexta-feira cotada a 17,31 reais, dando ao banco um valor de mercado de 9,48 bilhões de reais. Já a ação da Mosaico valia 12,62 reais no final da sexta-feira, com a empresa tendo um valor de mercado de 1,598 bilhão de reais.

Segundo o Banco Pan, o novo marketplace nasce com 4,2 bilhões de reais em vendas brutas (GMV) por ano e 400 lojas. O Pan lançará um cartão de crédito na parceria com cashback e vai integrar o negócio com a plataforma Mobiauto (recém-comprada).

(Fonte: Reuters ) - 04/10/2021
O futuro do trabalho é remoto e não tem pátria

O que era uma tendência em alguns setores, hoje é a regra em outros. Híbrido ou não, o trabalho do futuro é remoto e apátrida.

Para muitos, não há mais o "sair para trabalhar", e não há, sequer, o "tirar o pijama" para conduzir uma reunião. O trabalho invadiu os lares sem pedir licença há mais de um ano, quando o deslocamento até o escritório virou uma ameaça à saúde.

O home office já era discutido antes da chegada da pandemia de Covid-19 e hoje virou um dos critérios básicos para atrair os melhores profissionais do mercado. Há quem ame, há quem odeie e há, também, os que preferem o meio termo.

É o caso do Google, que sinalizou recentemente em uma entrevista à Revista Time, que os escritórios da gigante serão transformados para dar boas-vindas ao modelo híbrido.

Se o home office já era uma tendência em ascensão em muitas áreas, para os profissionais de tecnologia e design é uma realidade não tão recente. Com a internet, o céu é o limite.

Não há mais barreiras geográficas ou deslocamentos de 2h para participar de reuniões que poderiam ser resolvidas apenas com um e-mail ou videochamada.

Muito além da segurança, a flexibilidade para transitar entre o escritório e o sofá de casa garante ao colaborador a autonomia que pode ser muito útil em processos criativos. Por isso sempre falo que o futuro não tem barreiras, nem nacionalidade, ele tem endereço eletrônico e pode ser acessado de qualquer lugar do mundo.

Uma pesquisa recente realizada pelo banco Credit Suisse com 14 mil pessoas de 8 países mostrou que os brasileiros que podem trabalhar remotamente aprovam e pretendem manter o home office. Entre a amostra da pesquisa feita com os consumidores do Brasil, 62% trabalham de casa e 90% pretendem fazer mais compras online no próximo ano.

A aceitação da flexibilização do trabalho é uma realidade, pois passou a ser critério fundamental para boa parte dos profissionais de tecnologia.

A América Latina é uma das regiões mais urbanizadas do mundo. No México, por exemplo, a terceirização de profissionais de Tecnologia da Informação cresce de 10% a 15% todos os anos, de acordo com o Banco Mundial.

Com as transformações digitais impulsionadas pela tecnologia, o mercado para os profissionais tech está cada vez mais aquecido e as empresas deste segmento vão ainda além: optam por contratar profissionais na modalidade anywhere office.

Remotamente, há uma infinidade de possibilidades a serem exploradas, inclusive em grandes empresas fora do País.

E como não faltam vagas para talentos digitais, o mercado faz o caminho inverso: se adapta às necessidades dos colaboradores, não o oposto. Profissionais de tecnologia nunca foram tão requisitados e este é um movimento global.

Fazendo um recorte nacional, a procura por profissionais de TI será de 420 mil pessoas até o fim de 2024, de acordo com um levantamento feito pela Brasscom, associação que reúne empresas de tecnologia da informação.

Isso abre precedentes para que as empresas busquem candidatos estrangeiros para ocupar os postos, e também abre um leque de oportunidades para brasileiros que querem ter a experiência de trabalhar remotamente para empresas sediadas no exterior, sem precisar se deslocar minimamente.

(*) Bernardo Carvalho Wertheim é CEO da The Bridge.

(Fonte: Bernardo Carvalho Wertheim *) - 04/10/2021
AMD Ryzen e Radeon ganham drivers oficiais para Windows 11

Com Windows 11 prestes a ser lançado, AMD liberou drivers que tornam chips Ryzen e GPUs Radeon compatíveis com o sistema

Se não houver imprevistos, o Windows 11 vai ser lançado em 5 de outubro. Mas o lançamento não depende apenas da Microsoft. Fabricantes de hardware também devem contribuir. Assim como a Intel e a Nvidia, a AMD está fazendo a sua parte: nesta semana, a companhia liberou drivers que tornam processadores Ryzen e placas de vídeo Radeon totalmente compatíveis com o sistema operacional.

Essas atualizações são importantes não só para garantir o correto funcionamento desses dispositivos no novo sistema operacional como também a compatibilidade com funcionalidades específicas, como recursos de overclock e tecnologias de otimização de desempenho.

No caso da linha Ryzen, os drivers 3.09.01.140, lançados nesta semana, é que tornam esses processadores totalmente funcionais com o Windows 11. O pacote é válido para uma ampla gama de chips:

Os processadores AMD A de sétima geração (APUs), Ryzen Mobile 2000U, Ryzen 2000G, Ryzen de primeira geração para desktops e Ryzen Threadripper de primeira geração não são compatíveis, porém.

Já a lista de chipsets suportados é esta:

AMD WRX80
AMD TRX40
AMD X570
AMD B550
AMD A520
AMD X399
AMD X470
AMD B450
AMD X370
AMD B350
AMD A320

Radeon Software Adrenalin 21.9.1
A AMD também liberou nesta semana o pacote de drivers Radeon Software Adrenalin 21.9.1. O lançamento torna os seguintes chips gráficos compatíveis com o Windows 11 e, como tal, faz o sistema operacional funcionar com recursos como Radeon Boost, Radeon Anti-Lag e Radeon Image Sharpening:

AMD Radeon RX 400
AMD Radeon RX 500/500X
AMD Radeon Pro Duo
AMD Radeon RX Vega
AMD Radeon VII
AMD Radeon RX 5700/5600/5500/5300
AMD Radeon RX 6900/6800/6700/6600
Chips gráficos para notebooks:

AMD Radeon 600
AMD Radeon RX 5700M/5600M/5500M/5300M
AMD Radeon RX 6600M
AMD Radeon RX 6700M
AMD Radeon RX 6800M
O Radeon Software Adrenalin 21.9.1 também torna placas Radeon RX 6000 compatíveis com um recurso de overclock automático (desde que o computador conte com um processador Ryzen 5000) e aumenta o suporte ao padrão AMD FidelityFX Super Resolution (FSR).

Além disso, o update faz GPUs Radeon RX 5000 suportarem a tecnologia Smart Access Memory (SAM), que otimiza o acesso à memória gráfica. Até então, esse recurso funcionava apenas com placas Radeon RX 6000.

É válido destacar que essas funcionalidades estão disponíveis tanto para Windows 10 quanto para Windows 11.

Para baixar manualmente o Radeon Software Adrenalin 21.9.1 ou os drivers para a linha Ryzen, basta selecionar o modelo de seu chip gráfico ou processador no site da AMD.

(Fonte: Emerson Alecrim - Tecnoblog) - 16/09/2021
Goldman Sachs compra fintech de crédito para fortalecer braço de varejo

O Goldman Sachs anunciou nesta quarta-feira a compra da fintech de crédito para reforma residencial GreenSky, em um acordo avaliado em 2,24 bilhões de dólares, numa aposta para reforçar seu negócio de varejo.

Criada em 2006, com sede em Atlanta, a GreenSky já concedeu crédito a cerca de 4 milhões consumidores. A fintech abriu o capital em 2018 com avaliação de cerca de 4 bilhões de dólares.

Negócios digitais de nicho ou com novas tecnologias têm cada atraído grandes instituições, com a pandemia ampliando operações online, enquanto o papel das agências bancárias diminui.

O acordo implica um preço de 12,11 dólares por ação da GreenSky, o que representa um prêmio de 56% em relação ao preço de fechamento da empresa na terça-feira.

A compra reforçará a unidade de serviços bancários ao consumidor do Goldman, chamada de Marcus, em homenagem a um dos fundadores do banco e um ponto chave no plano do presidente-executivo David Solomon de reduzir a dependência do Goldman em transações voláteis e receitas de bancos de investimentos.

"Fomos claros na nossa aspiração para que a Marcus se torne a plataforma de serviços bancários ao consumidor do futuro, e a aquisição da GreenSky avança esse objetivo", disse Solomon.

Ele tem tentado montar negócios com receitas previsíveis, como bancos com serviços ao consumidor e gestão de patrimônio para clientes de varejo, o que a maioria dos principais rivais do Goldman Sachs já têm.

A Reuters publicou no começo do ano que o Goldman avaliava aquisições para erguer a Marcus, após ter tido crescimento baixo em empréstimos e depósitos em 2020 diante da pandemia.

A GreenSky conecta bancos a consumidores que buscam crédito via aplicativo.

(Fonte: Reuters) - 16/09/2021
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.