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Supercomputador brasileiro pode projetar até o futuro

Os supercomputadores podem ter capacidade de processamento de 20 milhões de smartphones.

Pode parecer impossível, mas existem computadores capazes de simular o futuro. Não por um exercício de adivinhação, mas a partir de cálculos extremamente complexos de uma imensidão de dados não lineares.

Especialista na produção e comercialização de servidores, storages, mini-PCs e soluções de infraestrutura de TI para negócios e serviços, a Positivo Servers & Solutions tem em seu portfólio o fornecimento de equipamentos usados em grandes projetos de HPC (High Performance Computing), ou supercomputadores.



Silvio Ferraz de Campos, CEO da marca, explica um pouco mais sobre os diferenciais desta tecnologia e como ela será cada vez mais importante no dia a dia de toda a população mundial.

“Os supercomputadores são normalmente usados para fins científicos, em diversas áreas, justamente por causa da alta capacidade de processamento massivo de dados não lineares entre diversos parâmetros. Com agilidade e precisão, realizam quatrilhões de cálculos por segundo, reduzindo significantemente o tempo de processamento das informações a partir de Big Data e métodos de análise de dados, como machine learning e inteligência artificial”, explica Silvio Campos.

Para se ter uma ideia, a capacidade de um único supercomputador pode ser maior do que a de mais de 20 milhões de smartphones ou 530 mil computadores domésticos trabalhando juntos. Com componentes poderosos, os HPCs têm o poder de simular incontáveis cenários e “prever” o futuro com 100% de assertividade.

Desta forma, essas máquinas são utilizadas para resolver questões de física quântica e mecânica, pesquisas climáticas e meteorológicas, modelagem molecular e até médicas, como no processo de desenvolvimento de vacinas para a Covid-19.

Em 2020, o supercomputador Dragão, da Petrobras, contou com servidores fabricados, em Manaus, pela Positivo Servers & Solutions, que é integradora oficial de sistemas da Supermicro e parceira da Atos, fornecedoras do projeto. Só no caso dele, que é o maior supercomputador da América Latina, foram necessários 13 caminhões para transportar os equipamentos até o local de montagem.

“Entre outros propósitos, o Dragão atua no atendimento de necessidades de processamento de dados geofísicos com algoritmos mais eficientes, reduzindo significativamente o tempo operacional e os riscos do projeto, já que permite antecipar decisões a partir de simulações”, comenta Campos.

Além do Dragão, a Positivo Servers & Solutions já fabricou, em anos anteriores, servidores com tecnologia da Supermicro, Nvidia e Intel para outros dois projetos de supercomputadores da Petrobras, o Atlas e Fenix, ambos em conjunto com a Atos, responsável pela venda e implementação da solução.

Os HPCs estão espalhados por cerca de mil parques dedicados em todo o mundo e, além de contar com infraestrutura especial de refrigeração e manutenção, ocupam um espaço semelhante ao que seria destinado para armazenar cerca de 150 geladeiras comuns. O Dragão, por exemplo, pesa 20 toneladas e tem 34 metros de extensão.

Na montagem de um supercomputador, os hardwares são divididos e organizados em vários nós (módulos). Cada nó é formado por até quatro processadores, que são interligados entre si. Os principais HPCs, como o japonês Fugaku, o mais poderoso da atualidade, passam de 7 milhões de núcleos operando colaborativamente.

“Para que esses processadores trabalhem em conjunto é necessário que exista comunicação entre eles, e, por isso, cada instalação têm o seu próprio sistema operacional, em sua maioria o Linux”, explica Campos.

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(Fonte: Redação Homework *Homework) - 04/04/2022
Startup que digitaliza garranchos dos médicos, Nexodata amplia negócio e vira Mevo

De cara nova, a Nexodata, startup que digitaliza receitas médicas, anuncia nesta segunda-feira, 28, novo visual e amplia o modelo de negócio: de agora em diante, a companhia, fundada em 2017, se chama Mevo e tem como foco também a utilização das receitas para a criação de novos produtos.

O primeiro dos novos serviços a serem lançados em breve é a integração da plataforma de receitas com e-commerce de farmácias, tudo na mesma interface do aplicativo da Mevo. O objetivo, diz a startup, é descomplicar a vida do consumidor ao unir diferentes experiências em uma única tela.

Até então, o modelo da startup, nascida pelas mãos de Lucas Lacerda e Pedro Dias (também fundadores da companhia de telemedicina Vitta, comprada pela Stone em 2021), consistia em eliminar o garrancho de médicos e permitir que receitas fossem enviadas digitalmente ao paciente. Além de eliminar ruídos na comunicação entre os profissionais, problemas de auditoria de receita também são eliminados.

"Decidimos que é hora de ampliar nosso escopo e entendemos que, para isso, precisamos trazer o paciente para o centro da nossa estratégia. Faz todo sentido repensarmos nosso posicionamento, cultura e marca", afirma ao Estadão um dos fundadores, Pedro Dias. Hoje, a startup possui mais de 100 funcionários.


Ex-Nexodata, Mevo quer criar mais produtos focados em unificar a experiência do cliente
Foto: Reprodução/Mevo / Estadão

Para a nova fase, a Mevo, que diz ter emitido mais de 6 milhões de receitas, não descarta levantar nova rodada de investimentos para aumentar capitalização, como prova do aquecimento do setor de "healthtechs" (startups da área da saúde) desde a eclosão da pandemia de covid-19. "A necessidade de se ampliar os atendimentos remotos fez todo o setor assistir a um avanço exponencial em telemedicina. E aí vimos o número de pacientes atendidos por nossa tecnologia de receita digital crescer 11 vezes nos últimos 12 meses", explica Dias.

Além da Mevo, uma concorrente do setor é a Memed. Atuando em terreno pantonoso quanto à regulamentação de receitas digitais, ambas aguardam avanços na legislação para atuar com mais tranquilidade.

"O processo de transformação digital da saúde deu um salto absurdo, que compreende desde a melhor aceitação e adoção da tecnologia por parte dos profissionais e dos pacientes, como, até mesmo evoluções regulatórias. Vemos tudo isso como um caminho sem volta porque o paciente já se acostumou com os benefícios que essas mudanças trouxeram", conclui o executivo.

(Fonte: Guilherme Guerra) - 28/03/2022
Energia solar no Brasil já é superior à produção de Itaipu

Potência operacional em usinas e em sistemas fotovoltaicos de médio e pequeno portes ultrapassou marca de 14 gigawatts (GW).


Foto: Agência EY / Reprodução

A produção de energia solar no Brasil já é maior do que a produzida pela Usina de Itaipu. O país alcançou, em março, a marca de 14,02 gigawatts (GW) de potência operacional da fonte solar fotovoltaica. Para efeitos de comparação, a Binacional Itaipu, uma das maiores usinas hidrelétricas do mundo, possui capacidade instalada de 14 GW.

Os dados são da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Os números levam em consideração a soma das usinas de grande porte e os sistemas de geração própria de energia elétrica em telhados, fachadas e pequenos terrenos.

A energia solar cresce em ritmo acelerado no país e é considerada uma das principais alternativas para a substituição da matriz energética, em todo o mundo, por fontes limpas e renováveis.

No Brasil, a energia solar já responde por uma fatia superior a 2% da matriz elétrica no país. A principal fonte é a hidrelétrica, com 65% de participação na matriz, seguida por biomassa (9% de participação), eólica (9%), gás natural (9%), carvão/derivados de petróleo (3%). Os dados são da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao governo federal.

“A fonte solar ajuda a diversificar o suprimento de energia elétrica no país, reduzindo a pressão sobre os recursos hídricos e o risco de mais aumentos na conta de luz para a população”, diz Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar. “As usinas solares de grande porte geram eletricidade a preços até dez vezes menores do que as termelétricas fósseis emergenciais ou a energia elétrica importada de países vizinhos”, completa Sauaia.

Dados da Absolar apontam que a fonte solar foi a responsável por cerca de R$ 74,6 bilhões em novos investimentos e gerou mais de 420 mil empregos, desde 2012. Do ponto de vista ambiental, foram evitadas a emissão de 18 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera.

Outra vantagem é a economia no bolso do consumidor. Segundo Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar, a economia a partir da conversão solar pode chegar a 90% na conta de energia elétrica.

André Flávio, diretor-executivo do setor de energia da EY, destaca o potencial da energia solar no país: “Várias indústrias ainda não migraram para esta possibilidade, o mercado residencial continua praticamente inexplorado e há muitas áreas com possibilidade de abrigarem fazendas solares”.

(Fonte: Agência EY Homework) - 28/03/2022
Dúvida do leitor: “Como deixar o Google preto?”

O leitor Daniel entrou em contato com o 33Giga com uma dúvida comum a diversos internautas. Ele gostaria de saber “como deixar o Google preto“.

Para deixar o tema do buscador escuro, bastam alguns passos simples. Veja “como deixar o Google preto” no tutorial abaixo.

Em seu computador ou celular, abra seu navegador favorito e entre em www.google.com
Na parte inferior direta da tela (no desktop) ou no rodapé (no celular), clique em Configurações
Na janela que abre, clique em Tema escuro (veja a imagem abaixo)
Para voltar ao tema padrão, o procedimento é o mesmo, tanto no smartphone como no computador

(Fonte: Sérgio Vinícius) - 21/03/2022
Poco M4 Pro 4G com câmera tripla de 64 MP é aprovado pela Anatel

Anatel homologa Poco M4 Pro 4G para venda no Brasil; celular da Xiaomi possui câmera tripla de 64 MP e ficha técnica intermediária

A Xiaomi revelou o Poco M4 Pro 4G ao mundo na semana passada. Agora é a vez de o celular ser homologado no Brasil: nesta quarta-feira (9), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu o sinal verde para o smartphone ser vendido no comércio nacional. A câmera tripla de 64 megapixels e a ficha técnica intermediária com chip MediaTek estão entre os destaques do telefone.



Poco M4 Pro recebe o sinal verde da Anatel e já pode ser comercializado no Brasil
Foto: Divulgação/Poco / Tecnoblog

O certificado é destinado a um telefone da Xiaomi de modelo 2201117PG. O código é o mesmo relatado na certificação da NBTC, agência equivalente à Anatel da Tailândia, que foi revelada por Mukul Sharma ainda em janeiro. A documentação da entidade do país asiático também traz o seguinte nome comercial: "POCO M4 Pro".

Os arquivos da Anatel ainda apontam para outros detalhes do celular. Além de indicar que a homologação foi solicitada pela DL Eletrônicos, o certificado de conformidade técnica lista apenas uma unidade fabril localizada na China. O relatório também informa que o Poco M4 Pro 4G será comercializado com o carregador na caixa.


Poco M4 Pro 4G é certificado pela Anatel
Foto: Reprodução/Tecnoblog / Tecnoblog

Poco M4 Pro 4G possui ficha técnica intermediária
O Poco M4 Pro está entre os lançamentos mais recentes da Xiaomi. Edição sem 5G do celular lançado em janeiro, o smartphone anunciado na MWC 2022 chama a atenção pela câmera tripla de 64 megapixels. Além disso, a tela de 6,43 polegadas possui taxa de atualização de 90 Hz e um furo com a câmera frontal de 16 megapixels.

A ficha técnica do telefone é intermediária. Além do processador MediaTek Helio G96, o modelo tem memória RAM de até 8 GB e armazenamento de até 256 GB. A lista de especificações fica completa com a bateria de 5.000 mAh com recarga de 33 watts e a interface MIUI 13 de fábrica.

Não há previsão de lançamento do Poco M4 Pro 4G no Brasil.

(Fonte: Bruno Gall De Blasi Tecnoblog) - 21/03/2022
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