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Notícias na Florêncio de Abreu

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Um quarto do mundo terá acesso à internet em 2012, diz consultoria

O número de usuários de internet vai chegar a 1,8 bilhões de pessoas em 2012, chegando a um quarto da população mundial. Segundo previsão da consultoria JupiterResearch, o crescimento será principalmente em economias emergentes, com Brasil, Rússia, Índia e China alcançando os maiores índices de crescimento.

A JupiterResearch aponta que o número de internautas vai crescer 44% até 2012, em relação aos dados de 2007, alavancado principalmente por países em desenvolvimento. Em dados absolutos, a China deve ultrapassar os Estados Unidos no número de usuários freqüentes de internet --a Índia deve ficar com o terceiro lugar.

Apesar disso, a consultoria avalia que, em 2012, esses países ainda estarão muito atrás de potências como os Estados Unidos no que se refere ao índice da população com acesso à rede --a expectativa é que os emergentes cheguem em 2012 aos índices de penetração de internet que os EUA tinham em 2000.

"Apesar de as economias emergentes terem uma porcentagem de usuários de internet mais baixa comparada com os países desenvolvidos, a JupiterResearch acredita que eles vão dar um salto na curva de aprendizado, ao adotar atividades on-line mais sofisticadas que os desenvolvidos", afirma Vikram Sehgal, diretor de pesquisa da empresa e autor do estudo, em nota.

Campeão em comunidades

O Brasil é uma mostra de como os países emergentes estão em processo contínuo de adesão da internet. O país é, por exemplo, o que mais usa sites relacionados a comunidades, como redes socais, tanto em horas gastas nesse tipo de site quanto no número de acessos.

Dados do Ibope/NetRatings indicam que, em abril deste ano, 17,5 milhões de pessoas navegaram nesses portais utilizando conexão residencial --o maior número entre os dez países analisados pela empresa.

E a última medição divulgada pela empresa indica que o acesso por internet em banda larga no Brasil cresceu 53% em um ano, chegando no mês de abril a 18,3 milhões de usuários residenciais ativos --que acessaram a rede em casa pelo menos uma vez no mês. O dado mostra que 82% dos internautas brasileiros utilizaram internet rápida naquele mês.

Segundo a pesquisa, 22,4 milhões de pessoas utilizaram internet residencial --em qualquer velocidade-- em abril deste ano, um crescimento de 41,3% em relação aos 15,9 milhões de abril de 2007. A alta foi a maior registrada no mês entre os dez países que são monitorados pela Nielsen/NetRatings.

PCs em alta

O Brasil vendeu 2,82 milhões de PCs no primeiro trimestre deste ano, o equivalente a cerca de 21,5 unidades por minuto, segundo dados de uma outra consultoria, o IDC. O resultado representa uma alta de 18,7% em relação ao mesmo período do ano passado. A expectativa é que o Brasil feche 2008 com 13 milhões de máquinas vendidas, o que faria do país o quarto maior mercado de PCs do mundo, ultrapassando o Reino Unido.

Os resultados de 2007 colocaram o Brasil na quinta posição, atrás de Estados Unidos, China, Japão e Reino Unido. De acordo com a IDC, até o final de 2010 o Brasil deverá ser o terceiro maior em vendas de computadores, atrás apenas de Estados Unidos e China.

O IDC projeta que esse mercado vai se manter em crescimento pelo menos até 2012, porém com taxas menores. A expectativa é que, naquele ano, o Brasil chegue à marca de 25 milhões de computadores vendidos.

(Fonte: da Folha Online ) - 28/07/2008
Sites relembram hábito de gravar fitas para amigos e namorados

Para as gerações pré-iPod, ela era mais eficiente do que qualquer carta de amor. Neurônios eram torrados, horas e horas eram gastas na busca pela seqüência perfeita. Entre os vidrados em música, gravar uma fita cassete personalizada era presente obrigatório para que um amor fosse conquistado, ou para que uma grande amizade fosse consolidada.

Mas as fitas não foram de vez para a aposentadoria. Se não são muito usadas hoje (entre os anos 70 e 90, antes dos CDs e iPods, eram a principal mídia para gravar música), elas se tornaram objeto de culto e inspiram uma série de sites que prestam tributo ao antigo e romântico hábito da criação de "mixtapes", ou em português claro, fitinhas.

"Eu passava horas em frente ao aparelho de som, com os dedos nos botões "record" e "play" e os joelhos doendo, na esperança de impressionar uma garota com meu conhecimento musical", diz Jason Bitner, 34, criador do site Cassette from my Ex (cassete do(a) meu(minha) ex --www.cassettefrommyex.com). "Tínhamos que sofrer por nossas fitinhas." No site, o norte-americano convida escritores, músicos, designers, entre outros, a escreverem crônicas sobre uma fita K7 que ganharam do(a) ex.

Além de hospedar saborosos textos (todos em inglês) em que a memória afetiva se mistura a auto-análises, o site coloca as músicas no ar para audição. "Um dia fui ao meu porão e encontrei uma caixa de sapato empoeirada com várias fitas.

Reparei que as únicas que guardei foram aquelas feitas para mim. Você não pode se livrar das fitas, elas estão carregadas de histórias, de nostalgia. Me dei conta de que várias pessoas da minha idade talvez ainda as guardassem", diz Bitner, sobre a criação do site.

É o caso do vocalista da banda paulistana Multiplex, Leandro Cunha, 34. Ainda mais extremo, o cantor continua, até hoje, não apenas guardando, mas gravando fitas, já que até outro dia trabalhava em um brechó onde o único aparelho de som rodava apenas fitas.

"Eu me realizava gravando e fazendo as capinhas. Mas não sou saudosista a ponto de achar que antigamente as coisas eram melhores. Mas, às vezes, tem um choque de gerações", diz Cunha. "No brechó, tinha um cara de 21 anos. Um dia, pedi pra ele mudar o lado da fita, e ele não sabia como fazer..."

Ela rock, ele MPB

As "mixtapes" são, também, uma forma de intercâmbio. A produtora de shows Lili Molina, 40, por exemplo, ampliou seu repertório com elas. "Aos 18 anos, eu tinha um namorado com quem me comunicava por fitas. Até escrevia cartas, mas a gente falava muito mais pelas músicas. Eu era mais roqueira, e ele gostava de MPB. Tenho fitas dele com Chico Buarque, Elomar, Caetano. Aliás, foi por uma dessas fitas que eu conheci os Doces Bárbaros."

Mais atualizado, o músico e produtor Paulo Beto (de projetos como Freakplasma e Anvil FX) mantém o hábito usando o site Mixwit (www.mixwit.com), que, assim como o similar Muxtape (www.muxtape.com), permite a criação de fitas virtuais, para serem ouvidas on-line. Mesmo tendo se livrado de todas as fitas velhas, ele relembra o passado com bom humor: "Sempre gostei de gravar fitas para namoradas! Era o meu momento de me sentir importante, já que sempre fui conhecido por ser uma pessoa da música".

Outro que aderiu à tecnologia é o escritor Santiago Nazarian. Em 2002, ele passou de vez para o gravador de CDs: "O principal do ritual romântico de gravar fitas é que você tem de percorrer cada música, ouvindo até o fim. A questão da seqüência também existe no CD, claro, mas hoje as músicas são passadas por MSN, gravadas em pen drive...De qualquer forma, não sou saudosista".

Bitner, por fim, conclui: "Adoramos celebrar e idolatrar as coisas que tínhamos quando crianças. Cassetes simbolizam nossa era, e queremos manter essa memória viva".

´Dançarino´ da rede filma passos em 79 países

Where The Hell Is Matt?







 













(Fonte: Estadão) - 21/07/2008
Clientes podem pedir de volta dinheiro pago pelo conversor de TV digital

Os órgãos de defesa do consumidor afirmam que o cliente pode pedir a devolução do dinheiro pago pelo conversor ou a TV com o aparelho já embutido que não funcionar na sua casa por estar em uma área de sombra de recepção do sinal.

Luiz Moncau, advogado do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), diz que o varejista tem a responsabilidade de, na hora da venda, informar ao consumidor todos os problemas que podem ocorrer, pois ele "não tem obrigação de saber". "O direito à informação está previsto na lei."

No entanto, se o cliente estiver ciente dos empecilhos à recepção e ainda assim comprar o aparelho, o ressarcimento deixa de ser obrigatório. Por isso, a recomendação é que o consumidor só adquira o equipamento se a loja se comprometer a devolver o dinheiro. "Não vale a pena correr o risco."

Maria Inês Dolci, da Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), concorda que o varejista deve dar as informações necessárias, mas ressalta que o fabricante também deve colocá-las no manual do produto.

Mesmo que varejistas e fabricantes não sejam os "culpados" pela falta de recepção do sinal, Eduardo Zuliani, diretor da Fundação Procon-SP, argumenta que o prejuízo não pode ficar com o consumidor "porque o produto é inadequado ao fim a que se destina".

Segundo os grandes varejistas procurados pela reportagem --Grupo Pão de Açúcar, Wal-Mart, Carrefour, Casas Bahia, Ponto Frio e Fnac--, ainda não houve pedidos de ressarcimento.

(Fonte: TATIANA RESENDE da Folha de S.Paulo ) - 13/07/2008
Arquivos em Flash na rede podem conter ameaças

Bonitinho, mas talvez ordinário. O Flash, responsável por divertidas animações na internet, pode ser uma grave ameaça. "Ele também é usado em sistemas de autenticação bancária", entre outros recursos de segurança, lembrou Rich Cannings, engenheiro de segurança do Google, durante sua palestra na Conferência CanSecWest, no Canadá.

O problema é que, segundo Cannings, o tocador de multimídia é ultrapopular, "tem mais penetração que o Internet Explorer e o Firefox". Isso o torna um terreno fértil para ser explorado por criminosos.

E uma falha, consertada há dois meses pela Adobe, responsável pelo programa, continua ainda viva em milhares de arquivos para o Flash espalhados pela internet, segundo Cannings. Criminosos virtuais podem explorar a vulnerabilidade para reencaminhar usuários para sites com conteúdo malicioso.

Para o usuário final, ele recomendou a atualização do software. A última versão, a 9, pode ser baixada gratuitamente no site www.adobe.com/products/flashplayer.

Vídeos

A todo momento tem um novo programa tocador de vídeo, os tipos de arquivo se multiplicam e pouca gente liga para a origem dos filmes baixados para os micros.

Essa mistura pode ser uma grande ameaça à segurança do seu computador, segundo Mark Dowd e John McDonald, ambos da IBM Internet Security Systems.

"A mídia está em todo lugar. Na pirataria da internet, no YouTube e aparecendo em equipamentos como o TiVo", disse Dowd. "E pouca gente se preocupa em ser invadido enquanto assiste a um filme."

Segundo os especialistas, os softwares e, principalmente, os codecs (programas que codificam e decodificam os arquivos de vídeo) aparecem a todo momento e possuem uma ampla superfície para a caça de falhas que podem sem exploradas por criminosos.

Ao usuário final, cabe a atenção na origem do conteúdo que vai ser baixado na máquina --muitos criminosos podem pegar uma carona de um suposto conteúdo pirata-- e o cuidado com a atualização dos softs de visualização dos filmes.

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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.