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Nem toda impressora é compatível com Windows 7

A classe de periféricos que, talvez, seja a mais popular entre consumidores comuns é a que inclui as impressoras. Por isso, com cada novo sistema operacional no mercado existe apreensão entre fabricantes, a Microsoft e os donos de impressoras desenvolvidas para sistemas antigos.

Apesar de reclamações em fóruns de tecnologia sobre a compatibilidade com o Windows 7 não serem raras e envolverem vários fabricantes diferentes, aqueles consultados pela Folha negaram que seus produtos sofram com a falta de drivers.

Canon, HP, Epson e Lexmark dizem não ver problemas entre suas impressoras e a mais nova versão do Windows. Nem mesmo o Vista, que fracassou também por questões de compatibilidade, é criticado pelas empresas. A explicação, segundo eles, é que os drivers começam a ser desenvolvidos antes da chegada de novos sistemas às lojas.

Porém, enquanto HP e Lexmark garantem existir uma transição tranquila, Canon e Epson dão indícios de que nem todos os equipamentos são compatíveis com o Windows 7.

A Canon, por meio de sua assessoria, disse que não disponibiliza drivers atualizados para os modelos com, em média, mais de cinco anos de uso. Eles são, portanto, considerados obsoletos.

Já a Epson disse que faz atualizações de drivers começando por equipamentos mais recentes para, então, trabalhar nos mais antigos. Os drivers para as impressoras com mais de cinco anos, informa a empresa, estão sendo testados dependendo do quanto esses modelos ainda estão sendo usados no mercado.

A explicação da Epson vai ao encontro do que pensa o analista Mike Cherry, da agência Directions on Microsoft. À reportagem, ele diz que o custo do desenvolvimento de drivers que servem equipamentos antigos é uma das razões para as quais os seus fabricantes deixam de lhes dar suporte.

Nenhum dos fabricantes vê a falta de compatibilidade como obstáculo para a adoção do Windows 7 no Brasil, mesmo com a grande quantidade de impressoras desenvolvidas para o XP vendidas no país nos últimos anos. Os quatro fabricantes recomendam que drivers atualizados e a lista com impressoras compatíveis sejam buscados em suas páginas na internet.

Lixo eletrônico

Outra questão que a falta de compatibilidade pode trazer é a produção de lixo eletrônico. Sobre isso, José Antonio Abbate, representante da Lexmark, disse que a empresa mantém uma parceria com a Oxil, companhia especializada no descarte desse tipo de equipamentos obsoletos.

A Epson citou o seu programa de coleta, cujas informações estão no site epson.com.br/coleta. HP e Canon não se pronunciaram sobre o assunto.
(fonte: BRUNO ROMANI colaboração para a Folha de S.Paulo )



Smarphone da Motorola tem teclado que dobra para trás e touchpad

Lançado na semana passada no Brasil, o Backflip é o mais novo membro da crescente família de aparelhos da Motorola com Android, sistema operacional para celulares do Google.

Com tela de 3,1 polegadas sensível ao toque, 3G, Wi-Fi, GPS, Bluetooth e câmera de 5 Mpixels com flash, o Backflip tem duas características que o fazem destoar.

A primeira é o teclado QWERTY que dobra para trás. O tamanho das teclas é generoso, mas algumas são duras demais.

A segunda característica curiosa é o Backtrack, espécie de touchpad que fica na parte traseira e permite navegar pelos menus ou fazer a rolagem de sites sem precisar tocar na tela.

O aparelho vem com a interface Motoblur, que centraliza atualizações de redes sociais na tela inicial.

A versão do Android instalada no Backflip é a antiga 1.5. Por isso, não é possível instalar nele o Goggles, programa do próprio Google que permite fazer buscas por imagem e exige a versão 1.6. O Milestone, da própria Motorola, por exemplo, vem com o Android 2.0.

Assim como em boa parte dos smartphones atuais, a autonomia do aparelho não é das melhores: a bateria não dura muito mais do que um dia de uso intenso.

O Backflip está à venda na Vivo por R$ 499 atrelado a um plano de R$ 218,90 mensais, que inclui 500 Mbytes para acesso à internet. (fonte: RAFAEL CAPANEMA da Folha de S. Paulo )


 
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